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Dhaniel Borini é destaque em Simpósio Internacional

23
Julho de 2009
02:08


    O personal trainer Dhaniel Borini marcará presença no I Simpósio Internacional de Gestão Desportiva, que acontecerá nos dia 07 e 08, em Vila Velha. O professor apresentará palestra junto com Frank Pereira, também personal e seu parceiro na empresa Viva Mais.

     Dhaniel, que começou como professor de academia, hoje apresenta uma carreira sólida e parceria com uma empresa que presta serviços na área da gestão da atividade física, a Viva Mais. É justamente sobre esse tema que sua apresentação, em conjunto com Frank Pereira (parceiro na Viva Mais), tratará. Dentro do ciclo de palestras ‘Vivências Empreendedoras’, eles falarão sobre o surgimento e crescimento da Viva Mais.

     Trabalhar com o apoio de uma equipe especializada para dar suporte a seus alunos, além de contar com parceiros competentes, torna Dhaniel um profissional de sucesso na área da gestão desportiva, apto a prestar serviços completos e de qualidade. Sua palestra no evento, assim como a de outros colegas empreendedores, abrirá o debate para os espectadores que pretendem gerir negócios na área do desporto.

    Renato Oliveira, organizador do Simpósio, citou que a presença de profissionais locais junto a um palestrante internacional de peso e grande importância mundial na área, Prof. José Sarmento, será enriquecedor para o evento. “Trazer profissionais que obtiveram sucesso é um incentivo ao estudante e àqueles que pretendem dar um passo a mais na carreira. Precisamos fomentar o debate sobre a prática de esportes e atividades físicas de forma responsável”, destaca Renato.

I Simpósio Internacional de Gestão Desportiva:

Dias 07 e 08 de agosto, no hotel Mércure Passárgada, Vila Velha.

Valores: R$25,00 estudantes e R$50,00 demais profissionais.

Mais informações e inscrições pelo site: http://simposio.doctum.com.br.




Autor: Thassiana Pinheiro
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A importância do alongamento

23
Julho de 2009
02:00


Não importa a modalidade esportiva a ser praticada. Realizar uma sessão de alongamento é fundamental para que o atleta consiga desenvolver o máximo de seu potencial, além de evitar lesões.

Alongamento não significa contorcionismo. Ele é realizado para permitir que o corpo tenha a elasticidade necessária durante a atividade física, permitindo que os músculos, tendões e articulações suportem a carga à qual estão sendo submetidos. "O alongamento serve como um aviso ao corpo de que ele realizará uma atividade física", explica Jadson Maciel Vilela, personal trainer pós-graduado. Segundo ele, a passagem abrupta do estado de repouso para a realização de uma atividade física intensa pode provocar uma série de prejuísos  ao corpo, a começar pela sensação de desconforto (dores localizadas, principalmente nos músculos e articulações).

Os chamados estiramentos musculares acontecem, na maioria das vezes, porque o atleta não realizou um alongamento adequado antes da atividade física. Existe um tipo de alongamento específico para cada modalidade esportiva. "Ele varia de acordo com os agrupamentos musculares mais exigidos por cada modalidade", informa Jadson. Corredores e ciclistas, por exemplo, intensificam o trabalho nos agrupamentos musculares e articulações das pernas.

O alongamento permite que o atleta consiga cada vez mais elasticidade e, assim melhore seu desempenho nos treinamentos e competições. Os alongamentos são recomendados principalmente para pessoas com problemas nas articulações ou posturais (cifose, lordose).

O Personal recomenda que o alongamento seja realizado antes, durante e depois da atividade física. Antes para "avisar" o corpo de que ele sairá do repouso; durante para que o corpo assimile a carga a qual está sendo submetido gradativamente; depois para que o corpo retorne à situação de repouso, eliminando o excesso de ácido lático produzido durante a atividade física.



Fonte: Revista 'Saúde é Vital' / Editora Abril


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Pare de fumar sem engordar

23
Julho de 2009
01:58


É consenso entre os especialistas: quem decide colocar um ponto final nas baforadas pode engordar até 15 quilos em um ano. Isso ocorre principalmente porque o ex-fumante apela para a comida como válvula de escape para vencer as crises de abstinência. A fome, então, é inevitável. Por isso, impedir que o ponteiro da balança dispare é um grande desafio para a pessoa que quer se livrar das tragadas de uma vez por todas. Portanto, para que a vida prossiga sem tabaco e com uma silhueta enxuta, também é prioritário chutar o sedentarismo para escanteio.

1. PROCURE UM MÉDICO
Menos de 5% dos indivíduos que param de fumar por conta própria completam um ano longe do cigarro, segundo a Organização Mundial da Saúde. Para o pneumologista Daniel Deheinzelin, coordenador do programa antitabagista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, apagar o vício exige disciplina. “Quem segue o tratamento à risca corre menos risco de engordar”, afirma.

2. ESCOLHA BEM O DIA D
Não dá para parar de fumar de uma hora para outra. É preciso pensar em uma data que não faça o candidato a ex-fumante sofrer por não poder chegar perto de um cigarro e... comer para descontar. “É preciso conversar com o médico para desenvolver algumas estratégias. Se for proibido fumar em casa, por exemplo, é melhor parar no sábado. E, se for proibido fumar no trabalho, a opção mais certeira é a segunda-feira”, aconselha a cardiologista Jaqueline Scholz Issa, diretora do Laboratório de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração de São Paulo.

3. ENTENDA O RITMO DO SEU CORPO
O ex-tabagista tende a ganhar peso no período de seis meses a um ano após o abandono do hábito. Mas é nos primeiros 60 dias que o organismo reaprende a funcionar sem a aceleração provocada pela nicotina. Nessa fase, até o coração reduz seu baticum. “São, em média, dez batidas a menos por minuto”, revela Jaqueline Scholz Issa. E um ritmo corporal mais lento facilita o surgimento de pneuzinhos e afins. “Parar de fumar diminui as necessidades calóricas diárias do indivíduo”, explica o pneumologista Ciro Kirchenchtejn, do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.

4. FECHE A BOCA PARA OS DOCES
O fumante também come menos porque não sente o sabor e o cheiro da comida. “Fumar queima as papilas da gustação e os receptores do olfato, que se recompõem cerca de três dias após o indivíduo largar o tabaco”, diz Kirchenchtejn. Assim, durante a ingestão dos alimentos, o corpo volta a liberar substâncias por trás da sensação de prazer e saciedade. Então, como o organismo sempre tenta se defender, logo troca uma coisa por outra. “É como se o doce proporcionasse o mesmo alívio do cigarro”, diz a psiquiatra Célia Lídia da Costa, do Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo.

5. MEXA-SE!
Sem a nicotina para turbinar a queima de energia, um ex-fumante estoca até 500 calorias diárias na forma de gordura. “Elas devem ser gastas com exercícios, mesmo que seja uma caminhada”, aconselha Kirchenchtejn. Esse efeito foi comprovado em um estudo publicado no periódico americano Psychopharmacology. Fumantes que tinham se exercitado não se sentiram estimulados por imagens ligadas ao fumo. “A atividade física libera endorfina, um calmante natural”, diz a psiquiatra Ana Cecília Marques, da Universidade Federal de São Paulo.

6. CONTROLE A ANSIEDADE
O hábito de fumar faz com que a nicotina assuma a função de substâncias reguladoras da emoção, como as catecolaminas e a serotonina. Ao parar de fumar, essas sensações geralmente são compensadas numa comilança desenfreada. Para contornar essa situação, os médicos receitam medicamentos que induzem o organismo a liberar os hormônios capazes de promover naturalmente a sensação de prazer, saciedade e bem-estar, inibindo o efeito do tabaco. Adesivos e chicletes de nicotina são mais usados em situações emergenciais.

7. APAGUE ALGUNS HÁBITOS
Parar de fumar sem engordar não significa somente tirar o cigarro do dia-a-dia e comer menos. Significa também substituir as tragadas no intervalo do trabalho, em festas e após o almoço por atividades que facilitem o reequilíbrio do organismo. “O ganho de peso é um sinal de que o organismo está sofrendo com a carência do tabaco. Por isso, o indivíduo precisa compreender quem é ele sem o cigarro, porque faz bem parar e como mudar seu comportamento”, diz a psiquiatra Célia Lídia da Costa. Com auxílio terapêutico, desenvolvem-se artimanhas para vencer a constante vontade de beliscar. “A pessoa se condiciona a pensar no que disparou a fome antes de saciá-la”, diz Kirchenchtejn. Consciência, tratamento e atitude são essenciais para se tornar um ex-tabagista — livre e leve, é claro.



Fonte: Revista 'Saúde é Vital' / Editora Abril


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Afinal, a musculação emagrece ou não?

23
Julho de 2009
01:57


Muitas pessoas preocupadas em emagrecer - e até médicos - acreditam que a musculação atrapalha o processo de emagrecimento, pois embora haja uma perda da porcentagem de gordura, há também um aumento da massa magra (massa muscular), podendo não apresentar perda de peso na balança.
    
Saiba que emagrecer saudavelmente não significa necessariamente perder peso e sim aumentar a massa magra e diminuir a gordura, que é o que a musculação faz.

Na verdade, o ideal é mudar a composição corporal, perdendo ou não peso na balança (devendo ser feita uma avaliação de cada caso). Em relação ao gasto calórico, numa caminhada moderada de 1 hora você pode eliminar de 200 a 300 kcal. Já em 30 minutos intensos de musculação, pode-se gastar a mesma quantidade de kcal (dependendo de cada metabolismo).

Estudos asseguram e a prática comprova que a musculação acelera o metabolismo do seu praticante, favorecendo a queima de gorduras pelo organismo. Apesar de na musculação você não queimar gordura como fonte de energia, durante o esforço (onde usa-se o fósforo, a creatina e a glicose anaeróbia), existe um processo chamado gliconeogênese, que é a utilização de gordura para repor as calorias perdidas durante o treino. Com o metabolismo acelerado, você continua queimando a gordura por muito tempo depois da atividade física.

Sabemos então, que a musculação aumenta a massa magra. Esta massa magra acelera o metabolismo de 17 a 25 vezes mais do que a massa de gordura. Assim sendo, quanto maior a massa muscular, mais acelerado será o seu metabolismo e o seu gasto calórico.

Ao final, para ter um corpo bonito e saudável, sem dúvida o melhor que se tem a fazer é associar a dieta aos exercícios aeróbios, à musculação e aos alongamentos num programa adequado às suas necessidades, biótipo e condicionamento físico, tornando indispensável uma avaliação e acompanhamento de profissionais da área de Nutrição, Educação Física e médicos.



Fonte: FabricadeMusculos.com.br


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Comer rápido engorda

23
Julho de 2009
01:53


A fome anda de mãos dadas com os quilos a mais. E não só porque se ingere mais comida, como você vai ver a seguir.

Você leva a primeira garfada à boca e começa a mastigar. Que delícia! O prazer de saborear um bom prato, porém, faz acelerar o ritmo da comilança. Eis a grande armadilha: não esperar pelo menos 20 minutinhos para que o cérebro entenda que você já está satisfeito. Só quando cai a ficha lá na massa cinzenta, é que entra em cena o PYY, o hormônio da saciedade. “Está mais do que comprovado: quem mastiga com calma, em vez de encarar as refeições como um rali de velocidade, certamente come porções menores”, informa o pesquisador Hiroyasy Isso, que investiga assuntos relacionados à obesidade no Departamento de Medicina da Universidade de Osaka, no Japão.

Em outras palavras, é uma questão de comportamento, conforme aponta seu estudo. Juntamente com seus colegas de equipe, Hiroyasy Isso recrutou 1.122 homens e 2.165 mulheres com idades entre 30 e 69 anos. Passou, então, a indagar sobre seus hábitos à mesa, levando em conta também o índice de massa corporal de cada um deles. Os estudiosos descobriram que praticamente a metade dos varões e um pouco mais da metade das voluntárias só paravam de comer após se sentirem completamente saciados. Em comum, eles compartilhavam este perfil: eram o que se pode chamar de comedores rápidos.

A etapa seguinte foi comparar esses dois grupos com os participantes que não iam com tanta sede ao pote, por assim dizer. Resultado: os homens e as mulheres que comeram até não ter mais um pingo de vontade tinham duas vezes mais probabilidade de chegar ao sobrepeso. Esse risco aumentava três vezes entre os que comiam até a satisfação total e ainda por cima o faziam rapidamente. “A combinação desses dois tipos de comportamento têm efeito considerável no ganho de peso”, conta Isso.

Nem só as atitudes à mesa, no entanto, explicam essa relação. “Sabemos que há um mecanismo genético que nos leva a comer além da conta como forma de garantir um suprimento de energia enquanto ela está disponível”, continua o cientista japonês. E ele finaliza: “Também contribui para o consumo desnecessário de calorias o fato de que muita gente hoje em dia come distraído, sem prestar atenção no que está pondo no prato.”

Bem, se você se identifica com esses casos, compare seu comportamento à mesa com o dos seus amigos ou familiares e responda francamente:

1. Você continua mordiscando petiscos ou pães do couvert depois de terminar a refeição só para acompanhar os outros?

2. Você mantém guloseimas à vista no escritório ou na sala de casa?

Bem, responder sim a uma só pergunta já indica que é preciso mudar de comportamento, sob pena de disparar o ponteiro da balança ladeira acima. E quanto ao peso da genética nessa história, ninguém aqui vai subestimá-la, mas já se sabe que o estilo de vida é capaz de ativar no nosso corpo os genes que previnem várias doenças – a obesidade entre elas. Mais um motivo para adotar hábitos saudáveis!


Fonte: Revista 'Saúde é Vital' / Editora Abril


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